{"id":2168,"date":"2017-10-30T15:25:45","date_gmt":"2017-10-30T18:25:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/?p=2168"},"modified":"2017-10-30T15:25:45","modified_gmt":"2017-10-30T18:25:45","slug":"o-que-te-faz-feliz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nanybilate.com\/en\/a-tal-felicidade\/o-que-te-faz-feliz\/","title":{"rendered":"O que te faz feliz?"},"content":{"rendered":"<p>[:de]Ambiente intimista, poucas e queridas pessoas, todos esperando a chegada do <strong>Richard Barrett<\/strong> ao nosso encontro. Quando chega cumprimenta um a um, brinca com alguns, senta e come\u00e7a nosso jantar com a pergunta: o que te faz feliz? Sil\u00eancio e introspec\u00e7\u00e3o. Responder essa pergunta nem sempre \u00e9 simples, especialmente se quem a faz \u00e9 um dos maiores estudiosos de <strong>valores da humanidade<\/strong> da atualidade.<\/p>\n<p>Como tenho escrito aqui, a busca pela felicidade \u00e9 um dos <strong>Movimentos Humanos<\/strong> mais fortes, propagados e aceitos hoje em dia. <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/porque-queremos-ser-tao-felizes\/\">Decidimos que devemos ser felizes<\/a>. Que a vida vale a pena quando conseguimos esse objetivo. Embora nos coloquemos &#8211; de novo &#8211; no centro do universo, atender esse objetivo nos leva \u00e0 necessidade de saber o que nos faz feliz. E esse saber passa, se quisermos uma resposta verdadeira, pelo autoconhecimento.<\/p>\n<p>Fui uma das \u00faltimas em responder o que deu tempo de me interiorizar na pergunta. Primeiro me veio a <strong>associa\u00e7\u00e3o da felicidade com um momento de muita alegria<\/strong>. Tive no final de semana anterior um momento desses e o que lembrava era do riso solto, quase uma explos\u00e3o incontrol\u00e1vel que durou por algumas horas. Depois lembrei dos meus momentos de solid\u00e3o nas montanhas. Totalmente diferente, \u00e9 uma felicidade que me inunda e me emociona ao ritmo e som do vento. Lembrei de meu tempo na minha casa, com as pessoas mais \u00edntimas ao meu redor dentro do mundo amoroso que constru\u00edmos juntos.<\/p>\n<p>Refletindo sobre essa deliciosa noite e sobre a pergunta capciosa com que o Richard iniciou seu tempo conosco, me dei conta que praticamente todas as respostas tinham duas coisas em comum: a primeira era que apresentavam situa\u00e7\u00f5es em que cada um podia ser quem realmente era. Tarefa dif\u00edcil em<a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/indo-alem-do-muro\/\"> tempos de repress\u00e3o ideol\u00f3gica<\/a>, com modelos fechados do que \u00e9 certo e errado e rostos sempre felizes projetados em redes sociais afirmando formas estabelecidas pelo&nbsp;<em>mainstream<\/em>. A segunda, eram situa\u00e7\u00f5es simples nas quais o dinheiro tinha pouca relev\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Todos n\u00f3s sofremos influ\u00eancia dos modelos externos, e muitos de n\u00f3s passamos a vida seguindo os passos daqueles que colocamos como guias. Fazer o que eles fazem, viver um pouco como eles vivem, nos faz sentir que tamb\u00e9m somos parecidos, ou quem sabe iguais. Considero vital, mais ainda nestes tempos de transi\u00e7\u00e3o de valores, nos abrir para modelos diferentes; assim como, considero suic\u00eddio da alma, seguir modelos fechados em estruturas r\u00edgidas.<\/p>\n<p>Ouvir a nossa alma \u00e9 nos ouvir, j\u00e1 que somos a nossa alma, como diria o Richard. \u00c9 atrav\u00e9s dela, de quem somos, que dever\u00edamos produzir nossa vida, expor nosso ser e interagir com o mundo. Ao interagir, naturalmente, vamos moldando parte de n\u00f3s, para nos adaptar. Mesmo assim, a nossa for\u00e7a vital, nosso sopro de vida, se manteria original, mesmo adaptada \u00e0 realidade. No fim, pensando bem, estamos falando da liberdade de expressar nosso ser.<\/p>\n<p>Oxal\u00e1 que consigamos quebrar esse conservadorismo dominador e impositor de modelos que est\u00e1 for\u00e7ando sua volta na nossa sociedade em nome do Deus \u2013 coitando do bom Deus &#8211; para que possamos contribuir com o mundo com a nossa felicidade ao sermos quem somos, na amorosidade e no respeito m\u00fatuo.[:en]Ambiente intimista, poucas e queridas pessoas, todos esperando a chegada do <strong>Richard Barrett<\/strong> ao nosso encontro. Quando chega cumprimenta um a um, brinca com alguns, senta e come\u00e7a nosso jantar com a pergunta: o que te faz feliz? Sil\u00eancio e introspec\u00e7\u00e3o. Responder essa pergunta nem sempre \u00e9 simples, especialmente se quem a faz \u00e9 um dos maiores estudiosos de <strong>valores da humanidade<\/strong> da atualidade.<\/p>\n<p>Como tenho escrito aqui, a busca pela felicidade \u00e9 um dos <strong>Movimentos Humanos<\/strong> mais fortes, propagados e aceitos hoje em dia. <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/porque-queremos-ser-tao-felizes\/\">Decidimos que devemos ser felizes<\/a>. Que a vida vale a pena quando conseguimos esse objetivo. Embora nos coloquemos &#8211; de novo &#8211; no centro do universo, atender esse objetivo nos leva \u00e0 necessidade de saber o que nos faz feliz. E esse saber passa, se quisermos uma resposta verdadeira, pelo autoconhecimento.<\/p>\n<p>Fui uma das \u00faltimas em responder o que deu tempo de me interiorizar na pergunta. Primeiro me veio a <strong>associa\u00e7\u00e3o da felicidade com um momento de muita alegria<\/strong>. Tive no final de semana anterior um momento desses e o que lembrava era do riso solto, quase uma explos\u00e3o incontrol\u00e1vel que durou por algumas horas. Depois lembrei dos meus momentos de solid\u00e3o nas montanhas. Totalmente diferente, \u00e9 uma felicidade que me inunda e me emociona ao ritmo e som do vento. Lembrei de meu tempo na minha casa, com as pessoas mais \u00edntimas ao meu redor dentro do mundo amoroso que constru\u00edmos juntos.<\/p>\n<p>Refletindo sobre essa deliciosa noite e sobre a pergunta capciosa com que o Richard iniciou seu tempo conosco, me dei conta que praticamente todas as respostas tinham duas coisas em comum: a primeira era que apresentavam situa\u00e7\u00f5es em que cada um podia ser quem realmente era. Tarefa dif\u00edcil em<a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/indo-alem-do-muro\/\"> tempos de repress\u00e3o ideol\u00f3gica<\/a>, com modelos fechados do que \u00e9 certo e errado e rostos sempre felizes projetados em redes sociais afirmando formas estabelecidas pelo&nbsp;<em>mainstream<\/em>. A segunda, eram situa\u00e7\u00f5es simples nas quais o dinheiro tinha pouca relev\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Todos n\u00f3s sofremos influ\u00eancia dos modelos externos, e muitos de n\u00f3s passamos a vida seguindo os passos daqueles que colocamos como guias. Fazer o que eles fazem, viver um pouco como eles vivem, nos faz sentir que tamb\u00e9m somos parecidos, ou quem sabe iguais. Considero vital, mais ainda nestes tempos de transi\u00e7\u00e3o de valores, nos abrir para modelos diferentes; assim como, considero suic\u00eddio da alma, seguir modelos fechados em estruturas r\u00edgidas.<\/p>\n<p>Ouvir a nossa alma \u00e9 nos ouvir, j\u00e1 que somos a nossa alma, como diria o Richard. \u00c9 atrav\u00e9s dela, de quem somos, que dever\u00edamos produzir nossa vida, expor nosso ser e interagir com o mundo. Ao interagir, naturalmente, vamos moldando parte de n\u00f3s, para nos adaptar. Mesmo assim, a nossa for\u00e7a vital, nosso sopro de vida, se manteria original, mesmo adaptada \u00e0 realidade. No fim, pensando bem, estamos falando da liberdade de expressar nosso ser.<\/p>\n<p>Oxal\u00e1 que consigamos quebrar esse conservadorismo dominador e impositor de modelos que est\u00e1 for\u00e7ando sua volta na nossa sociedade em nome do Deus \u2013 coitando do bom Deus &#8211; para que possamos contribuir com o mundo com a nossa felicidade ao sermos quem somos, na amorosidade e no respeito m\u00fatuo.[:zh]Ambiente intimista, poucas e queridas pessoas, todos esperando a chegada do <strong>Richard Barrett<\/strong> ao nosso encontro. Quando chega cumprimenta um a um, brinca com alguns, senta e come\u00e7a nosso jantar com a pergunta: o que te faz feliz? Sil\u00eancio e introspec\u00e7\u00e3o. Responder essa pergunta nem sempre \u00e9 simples, especialmente se quem a faz \u00e9 um dos maiores estudiosos de <strong>valores da humanidade<\/strong> da atualidade.<\/p>\n<p>Como tenho escrito aqui, a busca pela felicidade \u00e9 um dos <strong>Movimentos Humanos<\/strong> mais fortes, propagados e aceitos hoje em dia. <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/porque-queremos-ser-tao-felizes\/\">Decidimos que devemos ser felizes<\/a>. Que a vida vale a pena quando conseguimos esse objetivo. Embora nos coloquemos &#8211; de novo &#8211; no centro do universo, atender esse objetivo nos leva \u00e0 necessidade de saber o que nos faz feliz. E esse saber passa, se quisermos uma resposta verdadeira, pelo autoconhecimento.<\/p>\n<p>Fui uma das \u00faltimas em responder o que deu tempo de me interiorizar na pergunta. Primeiro me veio a <strong>associa\u00e7\u00e3o da felicidade com um momento de muita alegria<\/strong>. Tive no final de semana anterior um momento desses e o que lembrava era do riso solto, quase uma explos\u00e3o incontrol\u00e1vel que durou por algumas horas. Depois lembrei dos meus momentos de solid\u00e3o nas montanhas. Totalmente diferente, \u00e9 uma felicidade que me inunda e me emociona ao ritmo e som do vento. Lembrei de meu tempo na minha casa, com as pessoas mais \u00edntimas ao meu redor dentro do mundo amoroso que constru\u00edmos juntos.<\/p>\n<p>Refletindo sobre essa deliciosa noite e sobre a pergunta capciosa com que o Richard iniciou seu tempo conosco, me dei conta que praticamente todas as respostas tinham duas coisas em comum: a primeira era que apresentavam situa\u00e7\u00f5es em que cada um podia ser quem realmente era. 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Considero vital, mais ainda nestes tempos de transi\u00e7\u00e3o de valores, nos abrir para modelos diferentes; assim como, considero suic\u00eddio da alma, seguir modelos fechados em estruturas r\u00edgidas.<\/p>\n<p>Ouvir a nossa alma \u00e9 nos ouvir, j\u00e1 que somos a nossa alma, como diria o Richard. \u00c9 atrav\u00e9s dela, de quem somos, que dever\u00edamos produzir nossa vida, expor nosso ser e interagir com o mundo. Ao interagir, naturalmente, vamos moldando parte de n\u00f3s, para nos adaptar. Mesmo assim, a nossa for\u00e7a vital, nosso sopro de vida, se manteria original, mesmo adaptada \u00e0 realidade. No fim, pensando bem, estamos falando da liberdade de expressar nosso ser.<\/p>\n<p>Oxal\u00e1 que consigamos quebrar esse conservadorismo dominador e impositor de modelos que est\u00e1 for\u00e7ando sua volta na nossa sociedade em nome do Deus \u2013 coitando do bom Deus &#8211; para que possamos contribuir com o mundo com a nossa felicidade ao sermos quem somos, na amorosidade e no respeito m\u00fatuo.[:pt]Ambiente intimista, poucas e queridas pessoas, todos esperando a chegada do <strong>Richard Barrett<\/strong> ao nosso encontro. Quando chega cumprimenta um a um, brinca com alguns, senta e come\u00e7a nosso jantar com a pergunta: o que te faz feliz? Sil\u00eancio e introspec\u00e7\u00e3o. Responder essa pergunta nem sempre \u00e9 simples, especialmente se quem a faz \u00e9 um dos maiores estudiosos de <strong>valores da humanidade<\/strong> da atualidade.<\/p>\n<p>Como tenho escrito aqui, a busca pela felicidade \u00e9 um dos <strong>Movimentos Humanos<\/strong> mais fortes, propagados e aceitos hoje em dia. <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/porque-queremos-ser-tao-felizes\/\">Decidimos que devemos ser felizes<\/a>. Que a vida vale a pena quando conseguimos esse objetivo. Embora nos coloquemos &#8211; de novo &#8211; no centro do universo, atender esse objetivo nos leva \u00e0 necessidade de saber o que nos faz feliz. E esse saber passa, se quisermos uma resposta verdadeira, pelo autoconhecimento.<\/p>\n<p>Fui uma das \u00faltimas em responder o que deu tempo de me interiorizar na pergunta. Primeiro me veio a <strong>associa\u00e7\u00e3o da felicidade com um momento de muita alegria<\/strong>. Tive no final de semana anterior um momento desses e o que lembrava era do riso solto, quase uma explos\u00e3o incontrol\u00e1vel que durou por algumas horas. Depois lembrei dos meus momentos de solid\u00e3o nas montanhas. Totalmente diferente, \u00e9 uma felicidade que me inunda e me emociona ao ritmo e som do vento. Lembrei de meu tempo na minha casa, com as pessoas mais \u00edntimas ao meu redor dentro do mundo amoroso que constru\u00edmos juntos.<\/p>\n<p>Refletindo sobre essa deliciosa noite e sobre a pergunta capciosa com que o Richard iniciou seu tempo conosco, me dei conta que praticamente todas as respostas tinham duas coisas em comum: a primeira era que apresentavam situa\u00e7\u00f5es em que cada um podia ser quem realmente era. 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Considero vital, mais ainda nestes tempos de transi\u00e7\u00e3o de valores, nos abrir para modelos diferentes; assim como, considero suic\u00eddio da alma, seguir modelos fechados em estruturas r\u00edgidas.<\/p>\n<p>Ouvir a nossa alma \u00e9 nos ouvir, j\u00e1 que somos a nossa alma, como diria o Richard. \u00c9 atrav\u00e9s dela, de quem somos, que dever\u00edamos produzir nossa vida, expor nosso ser e interagir com o mundo. Ao interagir, naturalmente, vamos moldando parte de n\u00f3s, para nos adaptar. Mesmo assim, a nossa for\u00e7a vital, nosso sopro de vida, se manteria original, mesmo adaptada \u00e0 realidade. 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