{"id":5916,"date":"2013-06-20T21:17:00","date_gmt":"2013-06-20T21:17:00","guid":{"rendered":"http:\/\/behavior.web1313.kinghost.net\/blog\/as-crencas-que-nos-guiam-ainda-fazem-sentido-para-nos\/"},"modified":"2013-06-20T21:17:00","modified_gmt":"2013-06-20T21:17:00","slug":"as-crencas-que-nos-guiam-ainda-fazem-sentido-para-nos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/nanybilate.com\/en\/a-desestruturacao\/as-crencas-que-nos-guiam-ainda-fazem-sentido-para-nos\/","title":{"rendered":"[:en]As cren\u00e7as que nos guiam ainda fazem sentido para n\u00f3s?[:pt]As cren\u00e7as que nos guiam ainda fazem sentido para n\u00f3s?[:]"},"content":{"rendered":"<p>[:en]<\/p>\n<div style=\"clear: both; text-align: center;\"><\/div>\n<div style=\"clear: both; text-align: center;\"><\/div>\n<div style=\"clear: both; text-align: center;\"><\/div>\n<p><\/p>\n<div style=\"clear: both; text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/behavior.web1313.kinghost.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Imagem1.jpg\" style=\"clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" border=\"0\" height=\"414\" src=\"http:\/\/behavior.web1313.kinghost.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2013\/06\/Imagem1-300x194.jpg\" width=\"640\" \/><\/a><\/div>\n<p><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><i style=\"font-size: x-large;\"><br \/><\/i><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><i style=\"color: #666666;\"><span style=\"font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;\"><span style=\"font-size: large;\">Como humanidade viemos sedimentando, por mil\u00eanios, cren\u00e7as do que era certo e do que era errado. De t\u00e3o fortes elas n\u00e3o s\u00f3 nos pareciam verdadeiras, como nem as question\u00e1vamos. De t\u00e3o reais elas tomaram at\u00e9 forma f\u00edsica que formataram a nossa forma de ver o mundo e nossas avalia\u00e7\u00f5es sobre quase tudo: o que \u00e9 bom, o que \u00e9 ruim, o que \u00e9 bonito, o que \u00e9 feio, o que \u00e9 doce, o que \u00e9 amargo, o que \u00e9 fraco, o que \u00e9 forte e por a\u00ed vai<\/span>.<\/span><\/i><\/div>\n<p><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><br \/><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\">H\u00e1 s\u00e9culos que essas cren\u00e7as est\u00e3o sendo questionadas, por\u00e9m como a massa que seguia o modelo absorvido era maior, os questionamentos foram reprimidos, embora cumpriram sua fun\u00e7\u00e3o ao colocar esses questionamentos aos poucos, no nossos cora\u00e7\u00f5es e mentes.<\/span><br \/><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><br \/><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\">S\u00f3 para considerar a hist\u00f3ria moderna e recente, as duas Guerras Mundiais trouxeram mudan\u00e7as significativas para a humanidade, entre elas, a sa\u00edda das mulheres do espa\u00e7o privado e reservado &#8211; o lar &#8211; ao qual estavam restritas, por vontade pr\u00f3pria ou n\u00e3o, para irem \u00e0s f\u00e1bricas costurarem uniformes. As guerras acabaram e elas nunca mais voltaram para casa.<\/span><br \/><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><br \/>Focando nos aspectos da identidade feminina e masculina, tema principal do nossos estudos dos Movimentos Humanos, essa invas\u00e3o territorial das mulheres dentro do espa\u00e7o p\u00fablico contribuiu em muito, \u00e0 quebra de cren\u00e7as estruturais que regiam as nossas verdades.&nbsp;<\/span><br \/><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><br \/>Como por mil\u00eanios acostumamos a nos sentir seguros atrav\u00e9s dos condicionamentos externos, a quebra de cren\u00e7as estruturais abalaram nossa seguran\u00e7a e trouxeram o medo para nossos cora\u00e7\u00f5es: n\u00e3o sabemos mais o que \u00e9 certo nem o que \u00e9 errado.&nbsp;<\/span><br \/><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\">\u00c9 um momento delicado, dif\u00edcil, dolorido. Muitas coisas que a gente dava valor e at\u00e9 lutou por elas ser\u00e3o, ainda, realmente verdadeiras dentro de n\u00f3s? O momento para muitos \u00e9 de fragilidade. Por\u00e9m, n\u00e3o aprendemos a ser fr\u00e1geis. N\u00e3o \u00e9 valorizado ser fr\u00e1gil. Na inseguran\u00e7a e instabilidade, o medo se instala.<\/span><br \/><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><br \/><\/span><\/div>\n<p><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\">Quando o medo se instala, um caminho confort\u00e1vel \u00e9 voltar ao passado, na busca de refer\u00eancias que nos acalmem.&nbsp;Procurar os par\u00e2metros que nos digam o que \u00e9 certo, o que \u00e9 errado.&nbsp;Sob esta \u00f3tica, religi\u00f5es, cren\u00e7as e&nbsp;doutrinas&nbsp;que nos dizem para &#8216;retomar&#8217; o que foi perdido e nos oferecem modelos formatados do que \u00e9 certo e errado socialmente,&nbsp;crescem. No medo, a volta ao passado \u00e9 o caminho mais sedutor e f\u00e1cil de seguir, seja pela inseguran\u00e7a, seja pela nossa rigidez que evita abrirmos m\u00e3o das nossas cren\u00e7as e nossas verdades.<\/span><br \/><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><br \/><\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\">Para outros, o caminho \u00e9 ficar no limbo. Acuados, sem saber como lidar com a nova&nbsp;<\/span><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\">realidade. Voltar ao passado n\u00e3o faz sentido, por\u00e9m o novo tampouco faz tanto sentido assim. N\u00e3o estamos t\u00e3o convencidos dele. Para podermos viver com certa tranquilidade muitos de n\u00f3s optamos pelo caminho do &#8216;politicamente correto&#8217;, mas n\u00e3o necessariamente essa atitude e comportamento refletem um sentimento genu\u00edno interno de aceita\u00e7\u00e3o do novo. At\u00e9 nesse momento somos massa, agimos como massa.<\/span><\/div>\n<p><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><br \/>Para outros de n\u00f3s ainda, geralmente poucos, cabe a aventura do novo. \u00c9 o caminho mais dif\u00edcil e solit\u00e1rio; mas, provavelmente mais curador. Na experi\u00eancia h\u00e1 conhecimento, e com conhecimento e experi\u00eancia, temos como ganho o reconhecimento do que \u00e9 verdadeiro dentro de n\u00f3s. Se abrir para o novo significa conhecer novidades, se colocar na posi\u00e7\u00e3o de aprendiz, deixar que o novo seja uma real possibilidade. Se permitir deixar, com amor, para atr\u00e1s, cren\u00e7as at\u00e9 ent\u00e3o estoicas. &nbsp;<\/span><br \/><span style=\"color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;\"><br \/>Estamos num momento especial da humanidade. Acreditamos que seja um dos poucos em que exista informa\u00e7\u00e3o e conhecimento dispon\u00edvel suficiente para cada um de n\u00f3s decidir quais s\u00e3o as cren\u00e7as que vamos seguir: as que vem do passado? as que se mostram futuro? ou vamos olhar para dentro, para nossa ess\u00eancia, para nosso Sentir, e decidir as cren\u00e7as que estejam mais alinhadas com o nosso ser e nos permitam viver a vida mais genu\u00edna e aut\u00eantica que nos seja poss\u00edvel, num mundo em sociedade?<\/span>[:pt]Como humanidade viemos sedimentando, por mil\u00eanios,<strong> cren\u00e7as do que era certo e do que era errado<\/strong>. De t\u00e3o fortes elas nos pareciam verdadeiras ao ponto de nem as questionarmos. De t\u00e3o reais elas tomaram forma f\u00edsica que definiram a nossa forma de ver o mundo e nossas avalia\u00e7\u00f5es sobre quase tudo: o que \u00e9 bom, o que \u00e9 ruim, o que \u00e9 bonito, o que \u00e9 feio, o que \u00e9 doce, o que \u00e9 amargo, o que \u00e9 fraco, o que \u00e9 forte e por a\u00ed vai.<\/p>\n<p>H\u00e1 s\u00e9culos que essas cren\u00e7as est\u00e3o sendo <a href=\"http:\/\/www.behavior.com.br\/blog\/inadequado-e-sozinho-talvez-signifique-que-voce-esteja-sendo-voce\/\">questionadas<\/a>, por\u00e9m como a massa que seguia o modelo estabelecido era maior que os dessidentes, os questionamentos foram reprimidos. Mesmo assim cumpriram sua fun\u00e7\u00e3o ao colocar, aos poucos, o benef\u00edcio da d\u00favida, no nossos cora\u00e7\u00f5es e mentes.<\/p>\n<p>Como por mil\u00eanios acostumamos a nos sentir seguros atrav\u00e9s dos condicionamentos externos, a quebra de cren\u00e7as estruturais abalaram nossa seguran\u00e7a e trouxeram o medo para nossos cora\u00e7\u00f5es: n\u00e3o sabemos mais o que \u00e9 certo nem o que \u00e9 errado.<\/p>\n<p>\u00c9 um momento delicado, dif\u00edcil, dolorido. Muitas coisas que a gente dava valor e at\u00e9 lutou por elas ser\u00e3o, ainda, realmente verdadeiras dentro de n\u00f3s? O momento para muitos \u00e9 de fragilidade. Por\u00e9m, n\u00e3o aprendemos a ser fr\u00e1geis. N\u00e3o \u00e9 valorizado ser fr\u00e1gil. Na inseguran\u00e7a e instabilidade, o medo se instala.<\/p>\n<p>Quando o medo se instala, um caminho confort\u00e1vel \u00e9 voltar ao passado, na busca de refer\u00eancias que nos acalmem.\u00a0Procurar os par\u00e2metros que nos digam o que \u00e9 certo, o que \u00e9 errado.\u00a0Sob esta \u00f3tica, religi\u00f5es, cren\u00e7as e\u00a0doutrinas\u00a0que nos dizem para &#8216;retomar&#8217; o que foi perdido e nos oferecem modelos formatados do que \u00e9 certo e errado socialmente,\u00a0crescem. No medo, a volta ao passado \u00e9 o caminho mais sedutor e f\u00e1cil de seguir, seja pela inseguran\u00e7a, seja pela nossa rigidez que evita abrirmos m\u00e3o das nossas cren\u00e7as e nossas verdades.<\/p>\n<p>Para outros, o caminho \u00e9 ficar no limbo. Acuados, sem saber como lidar com a nova\u00a0realidade. Voltar ao passado n\u00e3o faz sentido, por\u00e9m o novo tampouco faz tanto sentido assim. N\u00e3o estamos t\u00e3o convencidos dele. Para podermos viver com certa tranquilidade muitos de n\u00f3s optamos pelo caminho do <strong>&#8216;politicamente correto&#8217;<\/strong>, mas n\u00e3o necessariamente essa atitude e comportamento refletem um sentimento genu\u00edno interno de aceita\u00e7\u00e3o do novo. At\u00e9 nesse momento somos massa, agimos como massa.<\/p>\n<p>Para outros de n\u00f3s ainda, geralmente poucos, cabe a aventura do novo. \u00c9 o caminho mais dif\u00edcil e solit\u00e1rio; mas, provavelmente mais curador. Na experi\u00eancia h\u00e1 conhecimento, e com conhecimento e experi\u00eancia, temos como ganho o reconhecimento do que \u00e9 verdadeiro dentro de n\u00f3s. Se abrir para o novo significa conhecer, se colocar na posi\u00e7\u00e3o de aprendiz, deixar que o novo seja uma real possibilidade. Se permitir deixar, com amor, para atr\u00e1s, cren\u00e7as at\u00e9 ent\u00e3o fundamentais.<\/p>\n<p>Estamos num momento especial da humanidade. Acreditamos que seja um dos poucos em que exista informa\u00e7\u00e3o e conhecimento dispon\u00edvel suficiente para cada um de n\u00f3s decidir quais s\u00e3o as cren\u00e7as que vamos seguir: as que vem do passado? as que se mostram futuro? ou vamos olhar para dentro, para nossa ess\u00eancia, para nosso Sentir, e decidir as cren\u00e7as que estejam mais alinhadas com o nosso ser e nos permitam viver a vida mais genu\u00edna e aut\u00eantica que nos seja poss\u00edvel, num mundo em sociedade?[:]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[:pt] Acreditamos que seja um dos poucos momentos em que exista informa\u00e7\u00e3o e conhecimento dispon\u00edvel suficiente para cada um de n\u00f3s decidir quais s\u00e3o as cren\u00e7as que vamos seguir. 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